Marcopolo retoma parcialmente produção a partir de segunda (18/09)

Na manhã de sexta-feira, foram realizadas reuniões com os funcionários para definir escalas de trabalho e férias

18/09/2017


Incêndio atinge unidade de plásticos de empresa de Caxias do Sul


A produtora de carroceria de ônibus Marcopolo informou ao Diário do Transporte que vai reiniciar de forma gradual a fabricação de carrocerias a partir desta segunda-feira, 18 de setembro.

A produção tinha sido afetada por causa de um incêndio que destruiu no domingo, 03 de setembro, a unidade de plásticos que fica na planta Ana Rech, em Caxias do Sul.


Pelo fato de os materiais plásticos serem usados na finalização das carrocerias, também foram afetadas as atividades da planta Planalto, na mesma cidade.

Em nota, a Marcopolo afirma que vai conceder férias a funcionários que ainda não estarão atuando.

A Marcopolo S.A. informa que, a partir da próxima segunda-feira, dia 18 de setembro, retomará parcialmente suas atividades produtivas. A empresa definiu uma programação de produção para atender da forma mais eficiente possível os pedidos de seus clientes.

A companhia esclarece também que está concedendo férias a seus colaboradores em etapas a partir do dia 18, conforme o planejamento da produção. Essas medidas fazem parte das ações que a Marcopolo vem tomando para retomar totalmente as atividades produtivas, impactadas desde o evento ocorrido no último dia 3 de setembro em sua unidade Plásticos.

A Marcopolo está plenamente empenhada nesta retomada, e para isto conta com a compreensão de seus clientes e com o apoio e o engajamento de suas equipes internas e de seus fornecedores.

#forçamarcopolo

A Direção

Marcopolo S.A.


No incêndio ninguém ficou ferido e a Polícia Civil trabalha para determinar as causas.

Fonte: Diário do Transporte(15/09/2017)




8 mil m² foram destruídos em incêndio em Centro Logístico

Fumaça preta e densa, proveniente da queima de plásticos só se dispersou às 16h30; apesar da dimensão do incêndio, ninguém ficou ferido

09/10/2017



Um centro logístico no Jardim Bela Vista, região do Jardim Picerno, em Sumaré pegou fogo na madrugada desta sexta-feira (6). As causas do incêndio ainda não foram identificadas. Mais de 8 mil metros quadrados da empresa Apoio Logístico foram consumidos pelas chamas, mas ninguém ficou ferido.

Uma densa fumaça preta tomou conta da região desde às 3h e só foi dissipada por volta das 16h30. O cone de fumaça era visível a quilômetros de distância e assustou os moradores da RPT (Região do Polo Têxtil).

Ao todo 70 bombeiros participaram da operação, em 40 viaturas, além do apoio de materiais e brigadas provenientes dos esforços conjuntos das empresas da região, organizadas no Rinem (Rede Integrada de Emergências da Região de Campinas). A Prefeitura de Sumaré estima que 200 pessoas formaram o grupo de combate.

Foram acionados Bombeiros de Americana, Santa Bárbara d’Oeste, Piracicaba, Limeira, Campinas e da capital São Paulo, além dos servidores de Sumaré, como os da Defesa Civil.

A empresa, que armazenava e transportaria materiais plásticos, estava lotada de compostos altamente inflamáveis, o que dificultou os trabalhos dos Bombeiros. Um posto de combustível em frente ao local do incêndio foi interditado e a empresa vizinha também precisou suspender a produção.

"O maior problema é que as chamas ficaram próximas a nossa casa de energia, por isso desativamos a planta hoje e também durante o final de semana, até ser realizado um laudo técnico", comentou o gerente industrial da Lahuman, Emerson Garcia.

Os bombeiros passaram a manhã tentando controlar as chamas e resfriar as paredes que dividem as duas empresas. Mais de 3,5 milhões de litros de água foram usados.

De acordo com o Coronel do Corpo de Bombeiros, Marcelo Jorge, os trabalhos de rescaldo devem adentrar a madrugada deste sábado. “Vamos revirar as cinzas e ir acabando com possíveis focos. É como uma churrasqueira”, comentou.

“O calor lá dentro estava muito alto, o tempo de combustão foi grande então a temperatura precisará continuar a ser controlada”, explicou. “O maior risco e desafio foi controlar as chamas para que não atingissem toda a edificação. Agora a perícia vai cuidar da investigação”, finalizou.

A Apoio Logístico comunicou que se manifestará em nota quando todos os trabalhos de rescaldo forem concluídos. De acordo com a Prefeitura de Sumaré, a empresa estava com o alvará em dia.

Abastecimento foi suspenso no Jardim Picerno

Parte do Rinem (Rede Integrada de Emergências da Região de Campinas), a concessionária BRK, que cuida do abastecimento de água em Sumaré, comunicou que o fornecimento do recurso foi interrompido na região, para que água fosse desviada para apoio aos Bombeiros.

A empresa forneceu água para os caminhões pipas que estavam na operação. Um reservatório da BRK fica localizada ao lado da Apoio e foi por ali que as viaturas e caminhões abasteceram durante todo o dia.

Ficaram sem água 15 bairros, incluindo Jardim Lucélia, Residencial Jardim Sumaré, Poral Bordon e Jardim Bela Vista, onde está localizada a empresa. A retomada do bombeamento foi iniciada apenas às 19h. “Em função do tempo de desabastecimento desta sexta-feira, a previsão é que a normalização total ocorra no final da manhã deste sábado”, escreveu a assessoria de imprensa da BRK.

Fumaça era altamente tóxica

A Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo)enviou uma equipe de Americana para acompanhar a ocorrência. Em nota o órgão informou que a fumaça emitida da queima dos materiais plásticos era altamente tóxica.

“Um dos produtos gerados da decomposição térmica é o monóxido de carbono, produto muito tóxico, se houver inalação direta ao produto”, escreveu a Cetesb em nota.

Apesar da toxicidade o vento ajudou a afastar dos moradores o risco de contaminação. “A densa fumaça gerada se dispersou verticalmente, afastando a possibilidade de atingir diretamente a população do entorno. Também, a Cetesb, em suas medições ao nível do solo, não detectou concentrações de monóxido de carbono”, completou a instituição.

As medições do ar feitas na estações de Americana e em Campinas, na região do Taquaral, classificaram as qualidades como boa ou moderada na região. Durante a operação foram distribuídas máscaras para algumas equipes de brigadistas e imprensa.

Fonte: O Liberal (06/10/2017)


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