Material reciclável é fonte de renda de 41 famílias de Jacareí

A Secretaria de Meio Ambiente pede para que os munícipes separem os resíduos secos (papéis secos, plásticos, vidros, metais, entre outros) dos resíduos úmidos (restos de comida, frutas, papel molhado)

05/10/2017



O material reciclável do município é fonte de sobrevivência de 41 famílias da Cooperativa de Catadores Recicla Jacareí, que mantém convênio com o município. Para que estas pessoas possam continuar a usufruir desta renda, a Secretaria de Meio Ambiente pede para que os munícipes separem os resíduos secos (papéis secos, plásticos, vidros, metais, entre outros) dos resíduos úmidos (restos de comida, frutas, papel molhado) e coloquem nos dias corretos da Coleta Seletiva, que não são os mesmos da Coleta de Resíduo Úmido (orgânico). Os moradores dos bairros que ainda não são contemplados com a coleta seletiva, podem levar os materiais recicláveis nos nove LEVs da cidade.


Na última sexta-feira (29) a Coleta Seletiva esteve nos seguintes locais: Chácara Marília, Conjunto Residencial Brasília, Jardim Boa Vista 1 e 2, Jardim Esper, Jardim Guarani, Jardim São Gabriel, Nutre Gold, Parque Califórnia, São Silvestre, Secretaria de Educação, Vila Garcia, Vila Pinheiro, Vila São João e Vila São Simão.

Confira os dias e locais da coleta seletiva (resíduo seco) e do resíduo úmido (orgânico) no site da prefeitura www.jacarei.sp.gov.br.

A administração municipal vem trabalhando na melhoria de projetos já existentes, buscando incentivar e ampliar os serviços.

Dos 156 bairros da cidade, 77 recebem a coleta seletiva. A Secretaria de Meio Ambiente, por meio da Diretoria de Limpeza Pública, pretende ainda nesta gestão, contemplar toda a cidade com a coleta seletiva. Todos os materiais recolhidos na Coleta Seletiva, no Cata-Treco e nos LEVs (Locais de Entrega Voluntária) que são recicláveis, são levados para a Cooperativa, que após passarem pela triagem, são vendidos para as empresas recicladoras, proporcionando renda a todos os seus cooperados.

Fonte: Portal R3 (29/09/2017)




Corrente falsa associa uso do plástico a 52 tipos de câncer

Texto compartilhado nas redes sociais afirma que, ao entrar em contato com o calor, material produz substâncias que causam a doença; especialistas contestam afirmação

08/11/2017


Mensagem afirma que embalagens plásticas podem liberar compostos que causam câncer


Texto da corrente:

“A Associação Americana de Médicos deu as respostas para as causas de câncer:

1. Não tome chá em copos plásticos
2. Não coma nada quente em sacola plásticas. Ex: batatinha frita
3. Não esquente comida em micro-ondas usando um material plástico.


Lembre-se: Quando o plástico entra em contato com o calor, ele produz produtos químicos que podem causar 52 tipos de câncer. Assim sendo, essa mensagem é melhor que 100 mensagens sem utilidade. Informe as pessoas que você ama para assim ficar livre de tais efeitos.”


Um alerta que atribui o surgimento do câncer ao uso do plástico tem circulado nas redes sociais. A mensagem afirma que a Associação Americana de Médicos encontrou a resposta para as causas da doença: o plástico produziria elementos químicos ao entrar em contato com o calor ou com alguma superfície quente e, com isso, provocaria 52 tipos diferentes de câncer. O Truco – projeto de checagem da Agência Pública – analisou as informações divulgadas pela corrente e concluiu que são falsas.

Como a mensagem refere-se a uma associação norte-americana, a reportagem procurou artigos da entidade sobre o assunto. Não foi encontrado nenhum texto que coloque o plástico como causador do câncer ou que afirme que, ao entrar em contato com o calor, gere algum resíduo prejudicial à saúde. “Não existe nenhum estudo que conclua ou nenhum nível de evidência que associe o uso do plástico à doença”, diz Hakaru Tadokoro, chefe de oncologia clínica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Especulações como essas são recorrentes, principalmente as que relacionam o Bisfenol A (BPA) – polímero usado na produção de alguns tipos de plástico – ao surgimento de doenças. “Não existe nenhum estudo científico que associe o uso ou aquecimento do plástico ao câncer. Mesmo que houvesse a liberação de alguma substância, seria mínima e não causaria nenhum dano à saúde. O plástico é extremamente seguro. Para o organismo ele é totalmente inerte e não existe nenhum estudo que comprove seus malefícios”, afirma André Murad, professor de oncologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Para a diretora de oncologia clínica do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), Maria Del Pilar Estevez Diz, é precipitado afirmar que o uso de utensílios plásticos em contato com o calor possa ajudar a desenvolver a doença. Segundo ela, é preciso ter cautela nas interpretações. “O ser humano é complexo. Depende do tipo [de plástico], tempo de exposição e variação de temperatura. Não se pode generalizar. O consumidor precisa ficar atento à restrição do produto. Existem os que podem ou não ser expostos ao micro-ondas.”

É necessário, contudo, observar as recomendações dos fabricantes para o manuseio de vasilhames plásticos em superfícies quentes. Existem alguns tipos que não são apropriados para micro-ondas e, quando colocados em altas temperaturas, podem liberar substâncias. Mas todos os especialistas ouvidos pela reportagem afirmam que a quantidade liberada é muito pequena, e por isso, não se pode afirmar que causam uma mudança no organismo capaz de desencadear o câncer.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é responsável pela regularização, controle e fiscalização dos produtos e serviços que envolvam risco à saúde pública, incluindo as embalagens para alimentos. A agência regulamentou o uso do BPA na produção de materiais plásticos em contato com alimentos pela Resolução RDC nº 56, de 2012, que proíbe o uso da substância em mamadeiras e artigos similares destinados à alimentação de lactentes.

Fonte: Agência Pública (10/10/2017)


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